- Certificação global é exigência para atuação de banker Na linha de frente no atendimento aos clientes do private, os bankers têm um desafio contínuo de capacitação e atualização. Para atuar no segmento, um dos principais pré-requisitos é ser um profissional Certified Financial Planner (CFP). Emitida no país pela Associação Brasileira dos Planejadores Financeiros (Planejar), a certificação global tornou-se exigência nas instituições.Atualmente, 83% dos bankers são certificados, conforme os dados mais recentes da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), referentes a fevereiro deste ano.Cinco anos atrás, menos de 60% deles tinham a certificação. Para melhorar o índice, a associação definiu que as instituições financeiras precisariam compor a equipe com 75% dos profissionais certificados até 2016. De lá pra cá, esse percentual - que reflete o mercado como um todo - tem se mantido acima de 80%.. Leia mais view more
- Fundo quer regra clara e menos burocracia para investir SÃO PAULO - Um fundo de participação (FIP) estrangeiro com mais de 300 investidores estava prestes a entrar num negócio de fibra óptica no Brasil, mas ainda não conseguiu concluir a transação porque o administrador da carteira criada aqui para acolher os recursos pediu a identificação de todos os cotistas em documentos reconhecidos por consulado ou apostilados conforme a Convenção de Haia. Quem faz o relato é Guilherme Cooke, sócio do Cepeda Advogados, que vê no excesso de rigor da Receita Federal um inibidor da vinda de capital externo autêntico para o Brasil num ciclo que promete ser de forte demanda por investimento via mercado. A burocracia exigida pela instituição que presta o serviço de administração é uma resposta ao cerco do Fisco, que já realizou uma série de autuações, para que o brasileiro não use estruturas fora do país para investir localmente como se fosse estrangeiro, valendo-se indevidamente do benefício da isenção fiscal. Leia mais view more
- Fundos quantitativos miram indústria de private equity FINANCIAL TIMES, DE NOVA YORK - Investidores com conhecimentos de matemática e que operam por computador já revolucionaram as táticas tradicionais da gestão de ativos. Agora eles estão de olho no agitado mundo dos investimentos em participações (private equity).Os fundos privados de aquisições alavancadas estão aproveitando o apetite enorme dos investidores e sofrem menos pressão sobre as taxas do que seus colegas da gestão de ativos tradicional.O Morgan Stanley estima que as receitas de “private capital” chegarão perto de US$ 70 bilhões ao ano em 2023, respondendo pela maior fatia da receita geral da indústria global de investimentos. Leia mais view more
- CVM acusa XP e executivos por falha em controle A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo sancionador contra a XP Investimentos e os diretores Guilherme Benchimol e Fabrício Cunha de Almeida. A acusação refere-se a infração a dispositivos da instrução 505, que estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários. Para o regulador, houve implementação inadequada de procedimentos e controles internos.Benchimol e Almeida foram acusados porque eram os responsáveis da empresa pelo cumprimento da norma junto ao regulador. Esse é um procedimento padrão da CVM, quando o processo envolve regra atribuída a um ou mais diretores da instituição regulada, diz a XP, em nota. Leia mais view more
- Credit Suisse amplia área de fortunas no Brasil Sete meses após o Credit Suisse reestruturar a sua área internacional de gestão de fortunas e tirar o Brasil do bloco de América Latina para transformá-lo numa unidade independente, Marco Abrahão, o executivo que ficou à frente da operação, se diz otimista com os negócios no país.Com cerca de R$ 180 bilhões sob sua responsabilidade no private banking, ele estima, na sua primeira entrevista após as mudanças, expansão de mais de 15% para a carteira neste ano, acima da média que espera para o crescimento do bolo de dinheiro nas mãos das famílias mais ricas localmente.As projeções de Abrahão se fiam na expectativa de mais eventos de geração de liquidez, principalmente a partir do segundo semestre, e pelo reforço que o grupo suíço - que contabiliza mais de US$ 750 bilhões no chamado "wealth management" - fez no time local em 2018. A base aumentou em 10%, para 200 profissionais. Leia mais view more
- CVM tenta tornar mercado de dívida mais líquido RIO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quer tornar o mercado de dívida corporativa no Brasil maior e mais líquido. O primeiro passo nessa direção foi a elaboração de um estudo para diagnosticar medidas a serem tomadas.O levantamento, divulgado nesta quinta, elencou algumas propostas, que incluem incentivos para a emissão de papéis por pequenas e médias empresas e a flexibilização de regras para dupla listagem, permitindo a emissão em moeda estrangeira no Brasil.Esse documento vai servir de subsídio para parte da ampla reforma do regime de ofertas públicas que deve ser iniciada pelo regulador ainda este ano. A autarquia também aponta medidas fora de seu escopo que podem ser tomadas junto com outros participantes do mercado, como a instituição de um comitê permanente de especialistas em dívida privada, previsto para ser criado em 2019. Leia mais view more