- ETF de renda fixa do Itaú prevê até R$ 2 bi, com 70% para o varejo SÃO PAULO - O Itaú Unibanco apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro para a oferta pública do seu ETF (do inglês Exchange Traded Funds, ou fundo de índice) de renda fixa.Pelo prospecto preliminar, a instituição pretende captar até R$ 2 bilhões, no limite do valor que o Tesouro Nacional se comprometeu a emitir para a gestora do banco em Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) que vão alimentar o portfólio.Tal oferta já estava prevista na concorrência pública vencida pela Itaú Asset Management, em setembro passado. O valor mínimo a ser colocado nesta primeira tranche é de R$ 300 milhões e outras ofertas subsequentes podem ser lançadas até alcançar o total de R$ 2 bilhões. Leia mais view more
- Campos avança com planos para abrir dados bancários O Banco Central quer que os bancos abram aos concorrentes informações sobre seus clientes, de dados cadastrais e extratos a aplicações financeiras. O BC entende que as informações pertencem aos correntistas e que, se estes autorizarem, devem ser compartilhadas com outras instituições financeiras.O objetivo é estimular a concorrência entre os bancos e, assim, forçar a redução de tarifas e taxas de juros.A diretriz, segundo apurou o Valor, é parte de proposta do BC para regular o "open banking", sistema que permite a terceiros (no caso, outros bancos) acessar e até mesmo movimentar contas bancárias e meios de pagamentos, desde que tenham autorização do cliente. A autoridade monetária vem debatendo o assunto com bancos e fintechs. Leia mais view more
- Itaú quer ser maior gestor de fortunas brasileiras no exterior Na primeira edição de casa nova desde 1985, o torneio de tênis Miami Open reuniu mais de 300 mil pessoas do mundo todo no Hard Rock Stadium, na Flórida, e encerrou ontem a 34ª edição.Patrocinado pelo banco Itaú, a área externa do estádio que pertence ao clube Miami Dolphins estava tomada pela cor laranja. Apenas uma fração do público de tênis sabe o que é o Itaú, mas posava para fotos em frente a uma raquete gigante com a logomarca do banco, fingia jogar uma partida na réplica de quadra com placar oficial, atendida por uma funcionária falando português, e citava a marca em hashtags nas redes sociais para participar de sorteios de ingressos. "O que é Itau?", perguntava um turista do Canadá à atendente, pronunciando o nome sem acentuação. Leia mais view more
- A terceira revolução do mercado de investimentos O mercado de investimentos brasileiro mudou radicalmente nos últimos anos, mas o investidor ainda não tem muitos motivos para comemorar. Estamos deixando para trás, rapidamente, o modelo dominado por bancos, ultraconservador, com taxas elevadas e plataforma fechada.E migramos para uma era de agentes autônomos, que traz consigo vantagens como uma plataforma aberta e mais facilidade de acesso para os clientes. Mas que ninguém se engane: as taxas ainda são pouco atrativas diante do alto risco dos investimentos oferecidos.O modelo "Banco 1.0" trata os clientes como hipossuficientes e subentende que os gerentes não são especialistas de investimentos. Dessa forma, oferece principalmente produtos extremamente conservadores e de alta liquidez. Nesse ambiente, o objetivo é preservar o capital do cliente e evitar que ele adquira produtos com perfil de risco inadequado Com menos ênfase na performance, a plataforma aberta não se faz necessária. Leia mais view more
- ETF avança entre investidores na América Latina Gestoras de recursos, fundos de pensão e seguradoras da América Latina contavam no ano passado com cerca de 18% dos seus ativos aplicados por meio de fundos de investimentos passivos, que seguem índices referenciais e são negociados em bolsa - os chamados ETFs.Um ano antes, essa fatia era de 13% e, em 2016, de apenas 8%. Os dados são da pesquisa anual da consultoria Greenwich Associates, com base em entrevistas com 50 investidores institucionais de grande e médio portes da região.O rápido crescimento dos ETFs na região, especialmente junto a investidores institucionais, contrasta com a desaceleração vista nessas aplicações nos mercados desenvolvidos no ano passado. Nos EUA, os fluxos para ETFs recuaram de US$ 467,1 bilhões para US$ 315,8 bilhões, segundo a consultoria ETF.com. Leia mais view more
- Paulo Guedes e a isenção fiscal dos dividendos No segundo semestre de 2004, a Telefônica — ainda apenas uma operadora de telefonia fixa, antes da consolidação com a Vivo — aumentou os dividendos distribuídos. Suas ações, que negociavam com desconto em relação às da Telemar (atual Oi) com base no múltiplo FV/Ebitda, se apreciaram. Na época, trabalhando como analista e “portfolio manager” na gestora do BankBoston, suspeitei que aquela valorização decorresse principalmente da elevação do retorno com dividendos (“dividend yield”). Mas não tinha como provar, pois poderia ser derivada de outras razões. Leia mais view more