- GPS fecha parceria com a plataforma Magnetis A gestora de patrimônio GPS Investimentos, que pertence ao private banking suíço Julius Baer, firmou parceria comercial com a Magnetis, plataforma digital de gestão de recursos. A GPS poderá direcionar clientes para a Magnetis e, ao mesmo tempo, se aproximar da tecnologia desenvolvida pela fintech. As duas empresas serão mantidas independentes. No entanto, o acordo vai evoluir para a compra de uma participação minoritária da plataforma digital daqui a dois anos."O objetivo agora é a preparação para as novas gerações de investidores", afirma Jan Karsten, executivo-chefe da GPS. Com R$ 31 bilhões em ativos no fim de março, a gestora de fortunas pretende usar tecnologia para atrair investidores mais jovens e com patrimônio menor. Aqueles que ficarem abaixo de R$ 5 milhões serão canalizados para a Magnetis, segundo o executivo. Leia mais view more
- ‘Open banking’ opõe grandes bancos e fintechs BRASÍLIA - Empresas de tecnologia do setor financeiro (fintechs) e bancos avaliam que as linhas gerais da proposta de regulamentação do “open banking” divulgada pelo Banco Central na última semana apontam para um modelo que traz estímulo importante e positivo à competição e assegura ao cliente poder no uso dos seus dados bancários, em linha com o que está sendo feito mundialmente na área. Entretanto, a expectativa é que a fase de consulta pública e de autorregulação ainda vai gerar muita discussão e potenciais embates, com as novas fintechs pressionando para ter acesso facilitado e o mais abrangente possível aos bancos de dados de clientes das grandes instituições. Leia mais view more
- Bolsa brasileira só ganha de argentina e turca Depois de registrar na virada de 2018 para 2019 a melhor performance entre as bolsas globais, o Brasil voltou para a lanterna e está agora com um dos piores desempenhos entre os principais mercados no mundo. O movimento é resultado, na visão de analistas, de uma combinação de fatores locais e externos, que reduziu a capacidade de valorização adicional da renda variável local nos últimos meses. No acumulado do ano até sexta-feira, o Ibovespa sobe 9,5% em moeda local - no dia, o índice caiu 0,33%, aos 96.236 pontos. Se medido em dólares, o Ibovespa avança 8,01% em 2019. Em uma lista com 15 bolsas mundiais, o Brasil só fica na frente da Turquia (queda de 7,7%) e da Argentina (baixa de 16,9%). Para fins de comparação, todos os índices foram convertidos em moeda americana. Leia mais view more
- Distribuição limitada reduz avanço de produto Embora os fundos de índice (ETF) negociados em bolsa sejam produtos financeiros bem disseminados, principalmente em economias como Estados Unidos, Canadá, e também na Europa e na Ásia, no Brasil a modalidade ainda não decolou. Passada mais de uma década que chegaram ao pregão local, há menos de duas dezenas de opções disponíveis para o investidor. Essa é uma das conclusões do estudo "Perspectivas para os ETFs no Brasil", produzido por Claudia Emiko Yoshinaga e William Eid Junior, do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV). Leia mais view more
- Conheça os 10 melhores gestores de multimercados do 1º trimestre Quem aplica em um fundo de investimento quer, no final das contas, ganhar mais do que a média do mercado. Justo, não?! Claro que isso não é pra qualquer um e, mesmo os melhores gestores podem sofrer um revés e perder dinheiro em alguns meses. Tem, porém, sempre os que se sobressaem.O economista Marcelo D’Agosto levantou com exclusividade para o site do Valor Investe a lista dos fundos que mais deram retorno a seus cotistas nos primeiros três meses deste ano. Atenção: as rentabilidades já descontam a taxa de administração e a taxa de performance dos fundos (que cada gestora pode escolher cobrar ou não e o valor). Portanto, o rendimento que apresentamos é líquido (livre dessas cobranças). Leia mais view more
- Investidores disputam debêntures com bancos SÃO PAULO - Sozinho, o banco Santander está coordenando uma emissão de R$ 5 bilhões em debêntures da Eletrobras. As informações que circulam no mercado dão conta de que a maioria dos papéis têm destino certo: a gestora de recursos do próprio banco. Essa operação ilustra o atual momento do mercado de títulos de crédito corporativo: sobra demanda e falta ativo suficiente para atender a todos. É isso que sugere o fato de só um banco dar conta de distribuir R$ 5 bilhões.té poucos anos atrás, não era possível afirmar que existia um mercado para títulos corporativos no Brasil — muito menos uma disputa por ativos. Os bancos estruturavam e colocavam nos balanços as emissões.A outra opção das empresas eram as linhas subsidiadas do BNDES. Vieram a crise das empresas citadas na Lava-Jato, as regras de Basileia 3, os bancos fecharam a torneira do crédito e agora deixam os balanços mais leves. O BNDES se retirou dessas operações e deixou de atrapalhar o andamento desse mercado. Leia mais view more