- Otimismo leva a alta na confiança do comércio Uma onda de otimismo em relação ao futuro da economia levou o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) a subir 1,4% entre outubro e novembro para 109,8 pontos, maior pontuação desde maio de 2018 (113,8 pontos) informou ontem a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com novembro do ano passado, a alta foi de 0,4%. O fim das eleições presidenciais ajudou a elevar expectativas, afirmou Fabio Bentes, economista da CNC. Ele não descartou manutenção de trajetória ascendente do Icec no começo de 2019. Os três tópicos usados para cálculo do Icec apresentaram saldo positivo na maioria das comparações, em novembro. Em comparação com outubro, foram observados aumentos em condições atuais (0,3%); expectativas (1,8%) e investimentos (1,7%). Já em comparação com novembro do ano passado foi registrada alta de investimento de 3,6% em novembro deste ano. Em contrapartida foram detectados recuos em condições atuais (-2,2%) e em expectativas (-0,3%) na mesma comparação. Leia mais view more
- Investimento externo surpreende e tem melhor outubro em 7 anos O Investimento Direto no País (IDP) superou as expectativas do Banco Central em outubro e registrou o melhor resultado para o mês desde 2011. Com a ajuda dos empréstimos intercompanhia, o fluxo líquido somou US$ 10,4 bilhões. O resultado acumulado para o IDP em 12 meses aponta para US$ 79,8 bilhões, levando em conta os US$ 9,4 bilhões em entradas de investimentos já registrados de forma parcial até o dia 23 deste mês. O saldo está acima dos US$ 72 bilhões projetado pelo BC para o ano de 2018. Leia mais view more
- Fim de programa de compras do BCE deixa investidores inquietos Há pouco mais de um mês, os bônus da rede espanhola de supermercados Dia tinham avaliações de crédito sólidas. Hoje, os papéis encontram-se nas profundezas do mercado de “junk bonds” (alto risco), depois que um alerta de resultados surpreendente despertou temores em relação ao futuro da rede. Os investidores em bônus, que no ano passado cobraram do Dia menos de 1% de juro anual para a companhia tomar emprestados 300 milhões por seis anos, vão lamentar essa decisão. Mas um dos credores afetados é muito diferente dos outros: o Banco Central Europeu (BCE). Leia mais view more
- Emergentes devem ter mais um ano de desafios, diz J.P. Morgan O banco J.P. Morgan prevê mais um ano de desafios para os mercados emergentes, principalmente a partir do segundo semestre, com os Estados Unidos entrando em um território de política monetária mais restritiva. Isso deve ocorrer em meio ao debate sobre o início de uma possível recessão na economia americana. Nesse cenário, esses países ainda devem ver saídas de recursos em 2019, mas o Brasil pode se destacar e atrair capital estrangeiro se conseguir avançar na agenda de reformas, principalmente a da Previdência. “O Brasil pode ter a melhor performance entre os mercados emergentes se fizer as coisas certas”, afirma Luis Oganes, chefe de pesquisa para commodities, câmbio e mercados emergentes do J.P. Morgan. Leia mais view more
- XP desliga autônomo que negociava com BTG Há pouco mais de uma semana, a One Investimentos, de Belo Horizonte, foi surpreendida por um distrato da XP Investimentos, que interrompeu assim um acordo de exclusividade fechado em abril de 2016 com o escritório de agentes autônomos. Só que o desligamento veio com uma espécie de carimbo de "justa causa", o que fez com que da noite para o dia os assessores da One deixassem de ter acesso aos sistemas de transações ou de informações dos investidores que atendiam. O movimento coincidiu com uma recente aproximação com o BTG Pactual Digital, e uma proposta de distribuição estava em vias de ser fechada. Nos bastidores, a XP vem alegando que o rompimento do contrato com um dos seus principais escritórios de agentes autônomos, com mais de R$ 1 bilhão, decorreu de infrações a regras da instrução nº 497, que disciplina a atividade desses profissionais. Leia mais view more
- Profissionais trocam banco por carreira independente Depois de uma carreira de mais de uma década na assessoria a investidores de alta renda em instituições como Itaú, HSBC e Safra, Lydiane Leal resolveu trocar a rotina da agência bancária pela de um escritório de agentes autônomos no Rio. Recém-chegada à Inove Investimentos, ela tem como meta pessoal consolidar, em 12 meses, uma carteira de de cerca de R$ 100 milhões, mais de 60% do tamanho do portfólio que geria no Safra. A transição voluntária da profissional é simbólica de um movimento que vem ganhado força no mercado brasileiro. Até poucos anos atrás considerada carreira acessória nas corretoras, a atividade deixou de ser mera opção para quem perdeu o emprego nos inúmeros cortes do setor e passou a ser ser almejada por “bankers”, profissionais que atendem o público mais endinheirado em instituições de primeira linha. Hoje esse profissional é diretamente assediado pelos escritórios. Se antes o discurso da “desbancarização” das plataformas era dirigido ao investidor, agora o “canto da sereia” vem pela cadeia dos próprios agentes. Leia mais view more