- Para acessar mercado externo, alternativa é aplicar em fundos Ativos no exterior são considerados boa opção para diversificar investimentos, mas é recomendável alocar inicialmente apenas uma pequena parcela dos recursos (entre 10% e 20%) e não se deve esperar resultados rápidos.As opções mais comuns estão nos fundos que investem fora do país, com diversos produtos acessíveis para o varejo, porém com a restrição de poderem alocar só até 20% de seu patrimônio líquido em ativos no exterior.As opções mais atrativas ficam por conta dos fundos voltados para o investidor qualificado - quem possui investimentos (não apenas em fundos) superiores a R$ 1 milhão - de acordo com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Leia mais view more
- ETF de renda fixa do Itaú prevê até R$ 2 bi, com 70% para o varejo SÃO PAULO - O Itaú Unibanco apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro para a oferta pública do seu ETF (do inglês Exchange Traded Funds, ou fundo de índice) de renda fixa.Pelo prospecto preliminar, a instituição pretende captar até R$ 2 bilhões, no limite do valor que o Tesouro Nacional se comprometeu a emitir para a gestora do banco em Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) que vão alimentar o portfólio.Tal oferta já estava prevista na concorrência pública vencida pela Itaú Asset Management, em setembro passado. O valor mínimo a ser colocado nesta primeira tranche é de R$ 300 milhões e outras ofertas subsequentes podem ser lançadas até alcançar o total de R$ 2 bilhões. Leia mais view more
- Multimercado lidera captação em ano difícil Os multimercados lideraram a captação do setor de fundos em 2018 e atraíram R$ 42,9 bilhões. Mas não foi exatamente um ano fácil para os gestores. A greve dos caminhoneiros, a interrupção de corte de juros pelo Banco Central antes do previsto e um processo eleitoral arrastado desafiaram os profissionais a mudanças rápidas.No exterior, o mau humor com emergentes, e depois a onda de vendas no mercado acionário americano provocaram tropeços. Na média, os fundos conseguiram bater o CDI. Alguns superaram a régua com folga, com retornos na casa de dois dígitos. O referencial fechou o ano com magros 6,42%. Leia mais view more
- Como os algoritmos mudaram o ritmo do mercado NOVA YORK - Philippe Jabre representava a mais pura essência aventureira dos investidores, irrompendo através dos mercados financeiros, primeiro pela CLG Partners e depois por seu fundo hedge homônimo que fundou em 2007 - na época um dos maiores lançamento já feitos no setor. Em dezembro, no entanto, jogou a toalha. Fechou a Jabre Capital após acumular enormes perdas. A culpa, disse, foi das máquinas. “Os últimos anos foram particularmente difíceis para os gestores ativos”, disse, em sua carta derradeira aos clientes. “Os mercados fifinanceiros evoluíram substancialmente nos últimos dez anos, guiados por novas tecnologias, e o próprio mercado está se tornando mais difícil de antecipar, à medida que os participantes tradicionais são substituídos imperceptivelmente por modelos computadorizados”. Leia mais view more
- Oferta de debênture deve ter outro ano recorde Depois do recorde em emissões de debêntures em 2018, com R$ 147 bilhões, segundo levantamento da B3, o mercado espera outro ano aquecido para essas operações em 2019.A manutenção da taxa Selic em patamar baixo, a maior demanda dos investidores por crédito privado e a perspectiva de retomada dos investimentos com a aceleração da economia devem impulsionar as ofertas.Soma-se a essa combinação o custo mais atrativo do mercado doméstico em comparação ao externo. Leia mais view more
- Fundos passivos devem superar ativos em 2019 A divisão entre estratégias passivas e ativas de investimentos deve cruzar uma linha importante em 2019. Entre os fundos mútuos e os ETFs (fundos negociados em bolsa) que compram ações nos EUA, os que acompanham índices de forma passiva agora detêm 48% dos ativos, segundo estimativas da Morningstar. Se a tendência se mantiver, vão passar de 50% neste ano. Leia mais view more