- Ocidente avalia sanções contra a Rússia O Ocidente está avaliando impor novas sanções à Rússia, após o choque naval na região do Mar de Azov, no qual a Rússia atacou e capturou três navios ucranianos. Não estão claras a dinâmica nem as responsabilidades pelo incidente. Os EUA disseram que gostariam que países europeus pressionassem mais a Rússia, para a ajudar a Ucrânia. "Muitos governos impuseram sanções à Rússia por suas ações na Crimeia. Nem todas essas sanções foram totalmente aplicadas. Isso é uma coisa que podemos fazer para que os países europeus façam mais". disse ontem a porta-voz do Departamento de Estado americano, Heather Nauert. Segundo uma autoridade alemã, governos europeus começaram a discutir novas sanções à Rússia. A ministra das Relações Exteriores da Áustria, Karin Kneissl, disse que qualquer decisão vai depender do esclarecimento dos fatos. Na foto, soldado ucraniano num posto de controle perto da fronteira com a Rússia, junto ao Mar de Azov. Leia mais view more
- Fim de programa de compras do BCE deixa investidores inquietos Há pouco mais de um mês, os bônus da rede espanhola de supermercados Dia tinham avaliações de crédito sólidas. Hoje, os papéis encontram-se nas profundezas do mercado de “junk bonds” (alto risco), depois que um alerta de resultados surpreendente despertou temores em relação ao futuro da rede. Os investidores em bônus, que no ano passado cobraram do Dia menos de 1% de juro anual para a companhia tomar emprestados 300 milhões por seis anos, vão lamentar essa decisão. Mas um dos credores afetados é muito diferente dos outros: o Banco Central Europeu (BCE). Leia mais view more
- Agência vê alta alarmante do endividamento na China A China pode estar diante de "um iceberg de dívida, com riscos de crédito gigantescos", após um boom de projetos de infraestrutura promovido por governos locais de todas as partes do país. O alerta foi feito ontem pela agência de classificação de risco de crédito S&P Global. Os governos locais podem ter acumulado uma dívida oculta, fora de seus balanços, que pode estar entre 30 trilhões e 40 trilhões de yuans (US$ 4,3 trilhões a US$ 5,9 trilhões), depois de um aumento "desenfreado" da tomada de empréstimos, afirma a agência. Leia mais view more
- Com aprovação do investidor, fundos passivos batem recorde Foram necessários apenas cinco anos para que o volume de dinheiro aplicado globalmente nos fundos e produtos de índices com cotas negociadas em bolsas de valores, conhecidos pelas siglas ETF ou ETP, mais que dobrasse. Em julho de 2013, pareceu algo extraordinário quando os investidores aplicaram o que então foi um recorde mensal de US$ 44 bilhões nos ETFs e ETPs, levando os investimentos totais nessa classe de ativos para US$ 2,16 trilhões. Agora, a escala dessas entradas líquidas mensais virou lugar comum e, ao longo da última meia década, os ETFs continuaram estabelecendo novos recordes de crescimento. Leia mais view more
- As lições deixadas pelo Lehman Brothers dez anos após sua quebra Dez anos depois da falência do Lehman Brothers, o mercado editorial ainda está inundado com tratados sobre o que deu errado e como impedir que isso ocorra de novo. Os investidores não precisam se envolver em discussões sobre a melhor forma de regulamentação bancária ou como reestruturar contrapartes de derivativos, mas o colapso do Lehman Brothers oferece uma abundância de lições importantes, muitas das quais ainda não foram assimiladas. Aqui estão cinco delas. Nem toda bolha se revela na forma de avaliações excessivas Às vésperas da crise financeira de 2008, o fiasco das ações "pontocom" ainda estava fresco na memória de todo mundo. A linha de raciocínio naquele momento era que os valores não tinham chegado nem perto dos níveis insanos que haviam alcançado no fim dos anos 1990, e por isso não era preciso se preocupar com uma bolha: as ações estavam bem. Leia mais view more
- Arrependimentos do criador dos títulos hipotecários nos EUA Quando Lewis Ranieri inventou os títulos hipotecários, ele nunca pensou que o instrumento geraria uma das piores crises da história americana. Quatro décadas atrás ele estava no comando de uma revolução sobre como os americanos financiam suas casas. Até então, as hipotecas ficavam nos balanços dos bancos de poupança locais. Ranieri criou um mercado secundário que empacotou hipotecas em títulos vendidos para os investidores. Por esse feito, foi imortalizado no livro “Liar’s Poker”, de Michael Lewis, que contou a história do departamento de negociação de hipotecas do banco de investimento Salomon Brothers, onde ele trabalhava. Leia mais view more