- Mercado de precatórios e litígios atrai interesse de investidores Disputas podem render um bom dinheiro. E não apenas para os advogados. Essa crença está incentivando a expansão do mercado de investimento em precatórios, direitos creditórios judiciais de toda sorte e até mesmo disputas de empresas privadas e pessoas físicas. As novidades nessa área não param de surgir, com investidores em busca de retornos maiores, já que a Selic supera mais de um ano em apenas um dígito — um marco para Brasil. O BTG Pactual, que tem uma carteira proprietária de R$ 1 bilhão em precatórios e pré-precatórios (em fase anterior à sentença judicial) prepara o lançamento de uma plataforma para intermediar a compra e a venda desses direitos, com os mais variados tíquetes. O lançamento deve ocorrer até o fim do primeiro trimestre de 2019. Hoje, o valor mínimo para o banco avaliar investimento é de R$ 5 milhões, mas na plataforma não haverá piso. Leia mais view more
- Derivato cresce com incertezas A busca por proteção dos investidores em um ano carregado de incertezas no Brasil e no mundo impulsiona o forte crescimento do volume de derivativos negociados no mercado local. No primeiro semestre, a expansão foi de 52,3% com giro de 1,3 bilhão de contratos de opções e futuros - um dos saltos mais intensos dentre todos os mercados globais -, o que levou a B3 do quinto para o terceiro lugar no ranking das maiores bolsas de derivativos do mundo, desbancando a americana Intercontinental Exchange (ICE). Leia mais view more
- Na rede, investidor já prefere plataforma a grandes bancos As corretoras e plataformas de investimentos tomaram o lugar dos bancos na preferência dos brasileiros em suas buscas pela internet em temas como educação financeira e investimentos. O fenômeno é recente e pode ser considerado um preditor de demanda que antecipa mudanças estruturais no mercado, segundo Guilhermo Bressane, responsável pela área de finanças do Google Brasil, que disponibilizou o mapeamento para o Valor. A mesma tendência, a empresa de tecnologia observou antes das pequenas credenciadoras de cartões avançarem num segmento que era cativo dos grandes bancos. Leia mais view more
- XP caminha para ser banco com conta corrente e cartão, diz CEO "Finalmente, nasceu", disse um aliviado Guilherme Benchimol na manhã de sexta-feira, poucas horas depois de o Banco Central informar que havia aprovado a compra de 49,9% da XP Investimentos pelo Itaú Unibanco com imposição de duras restrições em relação ao contrato original. Quinze meses se passaram desde que a transação foi fechada, em 11 de maio de 2017. Quinze meses em que decisões tiveram que ser adiadas e planos foram colocados em banho-maria. Leia mais view more
- Tributação de fundo familiar pode 'exportar' poupança Se o projeto de lei que pretende tributar fundos de renda fixa e multimercados fechados (PL nº 10.638) com o "come-cotas" e equiparar o fundo de participação familiar a uma empresa receber aval do Congresso, um dos efeitos colaterais esperados é a transferência de poupança doméstica para o exterior. Leia mais view more
- Banco Central define que o Itaú terá que ser minoritário da XP O Itaú Unibanco terá que se contentar com um pedaço da XP Investimentos bem menor do que o pretendido. O Banco Central, que analisa a operação e deve aprová-la em breve, definiu que o banco terá que se manter como um acionista minoritário e impôs, inclusive, limites ao tamanho dessa fatia minoritária. O Valor havia antecipado em 12 de junho que o BC deveria limitar a fatia comprada, impondo restrições mais duras que o Cade para aprovar a transação. Leia mais view more