- Briga entre XP e BTG chega ao Cade com direito a idas e vindas A disputa entre XP Investimentos e BTG Pactual em torno dos agentes autônomos de investimento, até agora travada na Justiça e na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), chegou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), com contornos rocambolescos.O Valor apurou na tarde de ontem que a área técnica do Cade publicaria à noite uma nota técnica em que avaliava que a XP Investimentos descumprira parte do acordo firmado com o órgão antitruste para a aprovação da venda parcial da corretora para o banco Itaú e, por essa razão, iria recomendar a abertura de processo administrativo contra a XP. Pelo acordo firmado em maio do ano passado, o descumprimento do acordo pode levar a punições como o pagamento de multa e esta seria a recomendação da área técnica. Leia mais view more
- Fundos imobiliários registram em 2018 o seu melhor ano SÃO PAULO - Os fundos imobiliários viveram o melhor ano de sua história em 2018. E por várias métricas: patrimônio líquido, valor de mercado, número de investidores e volume anual negociado, média mensal e diária atingiram os maiores níveis em todos os tempos — 2019 também promete. Na opinião de especialistas, o bom momento do mercado tende a continuar em meio à consolidação de um novo ciclo de crescimento do setor de imóveis. Em termos de liquidez, o mercado atingiu um patamar jamais visto. Conforme levantamento da B3, o volume média diário de negociação dos fundos com cotas negociadas em bolsa atingiu R$ 46 milhões em 2018, melhor marca histórica e 43,75% superior ao recorde anterior, registrado em 2013, quando o giro por sessão alcançou R$ 32 milhões. Leia mais view more
- Gestoras quantitativas aproveitam boa onda e criam novos SÃO PAULO - Depois de um 2018 frutífero para os fundos quantitativos, duas gestoras de recursos que se valem da formulação de algoritmos para comprar e vender ativos estão com novos multimercados na rua, a Visia Investimentos e a Kadima Asset Management.A Visia começou a captar nesta semana um fundo batizado como Visia Darius. A carteira nasce como um espelho do Zarathustra, mas chega ao mercado com metade da volatilidade, de 7,5%, em comparação a 15% do carro-chefe da casa, que reúne pouco mais de R$ 250 milhões. Isso quer dizer que a metodologia prevê que o fundo possa oscilar para cima ou para baixo nessa magnitude. Leia mais view more
- Fiduc quer ser a ‘Natura dos investimentos’ no Brasil SÃO PAULO - Foi numa estação de trem em pleno inverno londrino que Pedro Guimarães marcou encontro com um executivo que fez carreira no varejo financeiro inglês e com quem só tinha conversado duas vezes pelo Skype. O objetivo era convencê-lo a se tornar seu sócio num negócio nascente de investimentos no longínquo Brasil. Alan Simmons tinha recém se aposentado da St. James’s Place Wealth Management (SJP), firma que ergueu um negócio de mais de 100 bilhões de libras esterlinas por meio de uma rede de assessores financeiros. O empreendedor brasileiro foi persuasivo e assim trouxe Simmons para a sociedade, para atuar como conselheiro estratégico da Fiduc.Às véspera de completar seu primeiro ano de operações, a empresa de planejamento financeiro e gestão de patrimônio avança algumas casas na intenção de replicar o modelo da SJP no Brasil. Desde março de 2018, reuniu pouco mais de R$ 50 milhões de patrimônio, de cerca de 200 investidores. Leia mais view more
- Juiz mantém liminar em ação da XP, mas não vê uso de informação pelo BTG A liminar que desde o fim do ano passado proíbe o BTG Pactual Digital de abordar os agentes autônomos de investimento vinculados à XP Investimentos foi mantida na sexta-feira pelo juiz Luis Felipe Ferrari Bedendi, da 2ª Vara Empresarial de São Paulo. Os termos das restrições, entretanto, foram abrandados em relação à decisão anterior depois de contestação do BTG.O juiz entendeu que a XP não apresentou elementos suficientes que comprovem que o BTG utilizou informações confidenciais do processo de IPO para a corretora, no qual atuou como assessor financeiro, para formular sua estratégia de negócios. Essa foi uma acusação feita pela XP. Leia mais view more
- IPO da BB Seguridade afetou rentabilidade do Banco do Brasil Quando o Banco do Brasil (BB) abriu o capital da BB Seguridade, havia a crença no mercado de que a operação ajudaria a destravar um valor que estava oculto na instituição financeira.A tese vigente entre executivos da casa e banqueiros de investimento era que a soma das partes era maior que o todo. A operação, realizada em 2013, é até hoje citada como um dos IPOs de maior sucesso da bolsa brasileira. A oferta de ações movimentou R$11,5 bilhões e foi decisiva para atenuar os problemas de capital que o BB enfrentaria nos anos seguintes. No entanto, penalizou a rentabilidade do banco.Levantamento feito pelo Valor indica que o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do BB nos nove primeiros meses de 2018 teria sido de 14,6%, e não de 13,4%, se fosse contabilizada dentro de casa a totalidade do resultado da BB Seguridade, companhia que reúne os ativos da área de seguros, capitalização e previdência do banco explorados em parceria com sócios privados. O retorno da empresa foi de 39,4%. Leia mais view more