- Em um ano, Legacy entra no clube dos bilionários Entre as gestoras novatas que chegaram ao mercado no último ano, a Legacy Capital conseguiu, num espaço relativamente curto de tempo, o feito de adentrar o clube dos fundos bilionários. Às vésperas de completar seu primeiro aniversário, o patrimônio do seu multimercado chegou aos R$ 5,3 bilhões. Só neste ano, a captação foi de R$ 3,3 bilhões, segundo a Morningstar, o terceiro melhor fluxo entre as casas independentes - apenas com Kapitalo e Absolute, mais antigas, à frente. Leia mais view more
- Gestoras fazem treinamento 'antiviés' comportamental Muito se fala do potencial de estragos dos vieses comportamentais na tomada de decisão dos investidores. Só que gestores de recursos profissionais também estão sujeitos a esse tipo de armadilha, com a diferença que lidam com dinheiro de terceiros. Leia mais view more
- Com crédito privado, mercado em Minas Gerais atrai atenções Se São Paulo é o coração do mercado financeiro no Brasil e o Rio, uma nascente de gestores de ações, Belo Horizonte vem ganhando espaço com casas dedicadas ao crédito privado. A crescente demanda por esses papéis - vinda das plataformas abertas de investimento - colocou em evidência pelo menos duas casas mineiras: AF Invest, com R$ 5 bilhões sob administração, e a DLM Invista, que tem R$ 4,8 bilhões. O que se diz no mercado é que a renda fixa é um papel que tem mais a cara do mineiro, que é que é "mais desconfiado ou conservador". Leia mais view more
- Mercado de dívida local cresce e começa a faltar bônus brasileiros no exterior Neste ano, as captações no mercado externo realizadas por empresas brasileiras somam perto de US$ 13 bilhões. Se desse total forem deduzidos os valores das emissões que venceram e não foram roladas e o volume de papéis que foi recomprado, o resultado da conta é próximo de zero. Leia mais view more
- Fundo imobiliário pode viver rali com cortes da Selic A possibilidade de ocorrer novos cortes da Selic - cada vez mais presente nos cenários de analistas e economistas - pode deflagrar uma nova onda de valorização de curto prazo para os fundos imobiliários, segundo gestores. Os preços das cotas desses portfólios negociadas na B3, historicamente, reagem de maneira inversa aos movimentos dos juros.Ou seja, quando o Banco Central (BC) reduz a taxa básica, essas carteiras tendem a se valorizar, ao atrair investidores em busca de alternativas mais rentáveis. Leia mais view more
- Estudo do BC sobre spread causa polêmica O estudo divulgado pelo Banco Central que minimiza o peso da falta de concorrência no spread bancário está longe de colocar um fim na controvérsia sobre as reais causas dos altos juros do crédito no Brasil.Especialistas ouvidos pelo Valor questionam a metodologia do estudo “Concentração, concorrência e custo de crédito”, publicado como boxe no Relatório de Economia Bancária do BC. Leia mais view more