- Órama inicia home broker na B3, mas evita guerra de tarifas A Órama Investimentos estreia hoje na B3 o seu home broker, de compra e venda de ações. É mais uma etapa no objetivo de se tornar uma plataforma completa, segundo o executivo-chefe da instituição, Habib Nascif. A grade de fundos já é bem ampla, mas ainda falta se conectar ao Tesouro Direto, sistema de negociação de títulos públicos pela internet, previsto para o primeiro semestre.Pela política de preços, a Órama mostra que não pretende entrar na guerra de tarifas travada por algumas das concorrentes na busca pelo investidor típico de "day trade". A corretagem parte de R$ 9,90 para compras e vendas no mesmo dia, enquanto a operação normal sai por R$ 14,90. A negociação de cotas de fundos imobiliários não será tarifada, a exemplo de outras casas. Leia mais view more
- Varejo e alta renda devem crescer até 10% Os segmentos de varejo e varejo de alta renda devem ter um crescimento entre 8% e 10% nos saldos de investimentos em 2019, após a expansão de 8,1% em 2018. Já o private banking tende a apresentar um desempenho melhor do que o do ano passado, quando houve um crescimento na casa dos 11%. As estimativas são de representantes da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), ao comentar o desempenho do ano passado, quando os volumes totais chegaram a R$ 2,9 trilhões, com expansão de 9,3%.Segundo Claudio Sanches, vice-presidente do comitê de varejo da entidade, embora na base da pirâmide a caderneta de poupança ainda seja predominante, deve haver uma aceleração na mudança de mix dos investidores, com o juro básico em 6,5% ao ano. "O ano já se iniciou com a Selic lá em baixo e a gente percebe que o cliente do varejo tradicional e de alta renda começa a buscar alternativas que entreguem rentabilidade melhor. O investidor já tenta entender mais o risco, então a tendência é de crescimento se nenhum fator exógeno ocorrer na economia." Leia mais view more
- Na sua primeira década, Kapitalo chega aos R$ 14 bi Prestes a completar uma década, a Kapitalo Investimentos acaba de ver seu patrimônio líquido superar os R$ 14 bilhões. Ao se olhar a fotografia de três anos atrás, quando tinha menos de R$ 1 bilhão, parece um salto e tanto, mas o lema nessa gestora de recursos "cheia de regras", como definem seus sócios, é crescer devagar. Grande parte do incremento veio da rentabilidade, já que os multimercados da casa passam a maior parte do tempo sem aceitar dinheiro novo. Na última janela de captação, aberta no início do ano e encerrada na sexta-feira passada, ingressaram R$ 3,5 bilhões. Mas havia procura para mais."Deixamos na mesa pelo menos R$ 11 bilhões. Parei de contar quando a demanda chegou a R$ 15 bilhões", conta João Carlos Pinho, que fundou a Kapitalo no fim de 2009 ao lado de Carlos Woelz e de Emerson Ricardo Codogno (que deixou a casa três anos depois). Leia mais view more
- Otimista, Kanczuk projeta mais de 3% de crescimento este ano Diretor-executivo do Banco Mundial para nove países, o economista Fabio Kanczuk está "bem otimista" com as perspectivas para a economia brasileira neste ano. Enquanto a estimativa mediana do Boletim Focus aponta para uma expansão de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, Kanczuk acredita que é possível o país crescer acima dos 3%. Leia mais view more
- EUA se retiram de acordo de controle de armas nucleares com a Rússia O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou nesta sexta-feira a suspensão do Tratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF, na sigla em inglês) assinado em 1987 com a Rússia a partir deste sábado e confirmou que o país irá se retirar definitivamente do acordo em seis meses se Moscou não para de violar o pacto. A Rússia, no entanto, nega a violação do tratado, que proíbe que os dois lados instalem mísseis de curto e médio alcance na Europa. Leia mais view more
- Brasil sob nova direção incentiva aplicação em bolsa Mesmo com a forte queda das ações da Vale na última semana do mês, a bolsa foi a melhor escolha para o investidor em janeiro. Nos dois últimos pregões, o mercado ainda ganhou de presente a postura menos inclinada à alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o que assegurou um pequeno rali para ativos de risco globalmente. Leia mais view more