- Gestores de fortunas dobram de tamanho em 3 anos, diz estudo. O grande universo de opções de investimento oferecido pelas plataformas digitais, que tornou mais complexa a escolha da carteira, e a busca por isenção no aconselhamento levaram os multifamily offices, segmento de gestores de patrimônio de altíssima renda, a registrarem forte crescimento nos últimos anos. Leia mais view more
- Multimercados macro penam para bater CDI no 1º trimestre Os multimercados macro, que pautam suas posições com base na avaliação de cenários econômicos no Brasil e no exterior, tiveram um primeiro trimestre pouco auspicioso. Numa lista de carteiras selecionadas que são referência no segmento, só meia dúzia de fundos teve retorno acima do CDI no período, de 2,62% Leia mais view more
- SEC pode inviabilizar US$ 220 bi de fundo de curto prazo com nova regra. Os fundos de investimento do mercado monetário que incluem dívida privada de primeira linha (“prime”), segmento que movimenta US$ 674 bilhões, deverá encolher pelo menos um terço este ano nos EUA. Isso porque as grandes gestoras de investimentos estão fechando alguns desses veículos com objetivo de não pagar pelas atualizações necessárias para cumprir os novos regulamentos. Leia mais view more
- Negociação de debêntures no mercado secundário cresce 56% no 1° tri. O volume financeiro negociado em debêntures cresceu 56% no primeiro trimestre, em comparação ao mesmo intervalo de 2023, para R$ 159 bilhões. Em relação aos três últimos meses do ano passado, o avanço foi de 20%, segundo levantamento da Pop BR, precificadora de ativos de crédito da Luz Soluções Financeiras, obtido pelo Valor. Leia mais view more
- Nova regra deve levar a ‘boom’ de emissões de debêntures incentivadas. As restrições previstas no decreto que detalha as regras das novas debêntures de infraestrutura, cujo benefício fiscal é destinado aos emissores, e das incentivadas com isenção de Imposto de Renda (IR) ao investidor pessoa física vão levar a uma espécie de corrida por novas operações. Isso porque as normas excluíram, por exemplo, o setor de petróleo e o pagamento de outorgas das possibilidades de financiamento via esses títulos, mas deram 90 dias para as empresas que já tinham obtido autorização dos ministérios de seu setor realizarem suas emissões. Leia mais view more
- Governo quer limitar uso de debêntures incentivadas. O governo federal estuda novas restrições para emissões de debêntures incentivadas de infraestrutura, além de pretender limitar o seu uso ao financiamento de outorgas de concessões. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, uma das ideias é canalizar a utilização do instrumento, que oferece isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, para os setores que têm mais necessidade de funding barato, como os de energias renováveis, saneamento e linhas de transmissão de energia elétrica. Leia mais view more